“O Chega deu a garantia ao Presidente da República que, na fase da especialidade, mesmo tendo procurado evitar que esta lei fosse aprovada, mas que na fase da especialidade trabalhará para que, mesmo assim, haja a capacidade de corrigir o que está mal feito e, caso venha a ser aprovada, que esperemos que não aconteça, mas, caso venha a ser aprovada, que seja menos mal do que está e que não dê espaço a espaços de impunidade e de falta de transparência”, afirmou o líder do Chega.
André Ventura falava aos jornalistas no Palácio de Belém, depois de uma audiência de cerca de uma hora com o Presidente da República, António José Seguro, pedida para abordar este tema.
O líder do Chega, partido que votou contra a proposta do Governo na generalidade, quer que “a legislação que venha a ser aprovada não dê e não contrarie todo o espírito que foi, por exemplo, o espírito da segunda volta das eleições presidenciais”, disputada entre ele próprio e António José Seguro.
Segundo Ventura, “foi unânime” nos dois candidatos mais votados que o país “tinha que ter uma cultura de exigência, mesmo na administração pública, de transparência e de combate à corrupção”.
Leia Também: “Prostitutos sem caráter”? “É claro” que Passos falava “de quem governa”










