“É hábito, nestas situações, lembrar sempre o poder constitucional, nomeadamente na parte que refere que o poder político pertence ao povo e é exercido nos termos da Constituição”, disse Élvio Sousa depois de ter votado numa secção instalada no Salão Paroquial de Gaula, freguesia do concelho de Santa Cruz, na zona leste da ilha.
“A outra mensagem é um apelo a que todos exerçam esse direito e que não seja a abstenção uma das vencedoras destas eleições”, afirmou.
O Juntos Pelo Povo começou como um movimento de cidadãos no município de Santa Cruz, em 2009, e hoje é o maior partido da oposição madeirense, com 11 deputados na Assembleia Legislativa, e tem representação também na Assembleia da República.
Mais de 11 milhões de eleitores são hoje chamados a votar na segunda volta das presidenciais para eleger o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, em eleições realizadas com previsão de mau tempo, chuva e vento.
Disputam a segunda volta António José Seguro e André Ventura, três semanas depois do primeiro sufrágio em que foram os mais votados, em 18 de janeiro.
No primeiro sufrágio, Seguro obteve 31,1% dos votos e Ventura 23,52%, segundo o edital do apuramento geral dos resultados.
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